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	<title>Comentários sobre: Criativa atividade</title>
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	<description>Boas ideias precisam de espaço.com</description>
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		<title>Por: Diego Miguel</title>
		<link>http://espaco.com/design/criativa-atividade/comment-page-1/#comment-28019</link>
		<dc:creator>Diego Miguel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 12:56:37 +0000</pubDate>
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		<description>Engraçado ver, como a conversa sai de um ponto e navega até chegar a um dado momento completamente diferente. 
Iniciaram conversando sobre criatividade, e agora a ultima questão é discussão sobre cultura asiatica.

Isso não é uma crítica, somente uma observação, da qual acho muito interessante, partindo do ponto de vista comportamental.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado ver, como a conversa sai de um ponto e navega até chegar a um dado momento completamente diferente.<br />
Iniciaram conversando sobre criatividade, e agora a ultima questão é discussão sobre cultura asiatica.</p>
<p>Isso não é uma crítica, somente uma observação, da qual acho muito interessante, partindo do ponto de vista comportamental.</p>
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	<item>
		<title>Por: eduardo</title>
		<link>http://espaco.com/design/criativa-atividade/comment-page-1/#comment-27487</link>
		<dc:creator>eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 16:31:54 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;...que o governo americano jogou duas bombas atômicas no final da segunda guerra com a desculpa oficial de que se invadissem por terra seria uma sangueira terrivel por causa da disciplina, respeito ao Imperador, a educação marcial do povo, a ideia geral de coletivo e a total falta de medo de morrer. &quot;

Essa foi a desculpa deles, ou seja, foi a DESCULPA, talvez não o real motivo. Enfim. Kamikazi, guerra santa, etc., não são coisas normais. São insanidades (espero que isso não cause problemas... mas considero insanidade matar alguém em nome de qualquer coisa.. mesmo em nome da religião ou da própria honra)... 

E como exemplo, vou citar o (se não me engano) político japonês que se matou a uns 2 ou 3 anos atrás após descobrirem que ele desviava dinheiro. Tem medo maior que o suicídio? Ou tem medo maior do que esconder as coisas que se faz?

Não é questão de desmerecer o povo japonês (longe de mim), mas todos têm medo, não há saída...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8230;que o governo americano jogou duas bombas atômicas no final da segunda guerra com a desculpa oficial de que se invadissem por terra seria uma sangueira terrivel por causa da disciplina, respeito ao Imperador, a educação marcial do povo, a ideia geral de coletivo e a total falta de medo de morrer. &#8221;</p>
<p>Essa foi a desculpa deles, ou seja, foi a DESCULPA, talvez não o real motivo. Enfim. Kamikazi, guerra santa, etc., não são coisas normais. São insanidades (espero que isso não cause problemas&#8230; mas considero insanidade matar alguém em nome de qualquer coisa.. mesmo em nome da religião ou da própria honra)&#8230; </p>
<p>E como exemplo, vou citar o (se não me engano) político japonês que se matou a uns 2 ou 3 anos atrás após descobrirem que ele desviava dinheiro. Tem medo maior que o suicídio? Ou tem medo maior do que esconder as coisas que se faz?</p>
<p>Não é questão de desmerecer o povo japonês (longe de mim), mas todos têm medo, não há saída&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Ricardo Martins</title>
		<link>http://espaco.com/design/criativa-atividade/comment-page-1/#comment-27465</link>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 12:37:08 +0000</pubDate>
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		<description>No ocidente, a punição e o sofrimento vem na forma da morte. No oriente, a punição é viver, reencarnar várias vezes, e a morte é uma dádiva. Quem quiser entender como isso afeta o design, leia &quot;O Mundo Codificado&quot;, do autor Vilem Flusser.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No ocidente, a punição e o sofrimento vem na forma da morte. No oriente, a punição é viver, reencarnar várias vezes, e a morte é uma dádiva. Quem quiser entender como isso afeta o design, leia &#8220;O Mundo Codificado&#8221;, do autor Vilem Flusser.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rogério Foster Vidal</title>
		<link>http://espaco.com/design/criativa-atividade/comment-page-1/#comment-27446</link>
		<dc:creator>Rogério Foster Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 06:26:10 +0000</pubDate>
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		<description>Eduardo , Prof. Martins e todos que se interessaram.

Tenho que reparar um erro: Onde se lê Arigatô com acento circunflexo, versão aportuguesada da palavra japonesa Arigato, sem esse acento.

Onde está escrito Saihonará, tentativa de transmitir a pronuncia gutural do japonês, escreve-se Sayonara. O Japonês não tem acentuação como o Português, apesar de algumas palavras serem oriundas da nossa lingua. O Japonês não tem oxítonas, paroxítona ou proparoxítonas, o ato de dar ênfase é pessoal,de momento, e modo de se expressar é geralmente num tom só!

O Prof. Ricardo realmente tocou sobre alguns mitos que estão sendo destruidos com o avanço de novos aparelhos como ressonância magnética e outros. Esses aparelhos foram inicialmente utilizados para fazer a marcação e mapeamento do cérebro em pesquisas como essas.

Quanto ao Eduardo, só tenho que responder que o governo americano jogou duas bombas atômicas no final da segunda guerra com a desculpa oficial de que se invadissem por terra seria uma sangueira terrivel por causa da disciplina, respeito ao Imperador, a educação marcial do povo, a ideia geral de coletivo e a total falta de medo de morrer. Os Kamikazes surgiram lá, onde morrer era a maior honra! Portanto medo para japones é muito relativo e envolve apenas a sua honra e de seus familiares / antepassados, para sanar isso só fazendo o Harakiri, tão divulgado em filmes, uma morte auto-provocada, extremamente dolorosa e solitária. 

O nosso conceito de medo é oriundo de nossa educação ocidental, bem diferente da oriental. Hoje temos outro exemplo vindo do oriente médio onde homens /mulheres/crianças bombas não tem medo de morrer e sim de tornar-se indigno perante a seus profetas e a sua religião.

As diferenças de culturas são, ainda nesse século, uma grande barreira de entendimento entre as populações deste planeta. Infelizmente.

Abraços para todos!

Foster.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo , Prof. Martins e todos que se interessaram.</p>
<p>Tenho que reparar um erro: Onde se lê Arigatô com acento circunflexo, versão aportuguesada da palavra japonesa Arigato, sem esse acento.</p>
<p>Onde está escrito Saihonará, tentativa de transmitir a pronuncia gutural do japonês, escreve-se Sayonara. O Japonês não tem acentuação como o Português, apesar de algumas palavras serem oriundas da nossa lingua. O Japonês não tem oxítonas, paroxítona ou proparoxítonas, o ato de dar ênfase é pessoal,de momento, e modo de se expressar é geralmente num tom só!</p>
<p>O Prof. Ricardo realmente tocou sobre alguns mitos que estão sendo destruidos com o avanço de novos aparelhos como ressonância magnética e outros. Esses aparelhos foram inicialmente utilizados para fazer a marcação e mapeamento do cérebro em pesquisas como essas.</p>
<p>Quanto ao Eduardo, só tenho que responder que o governo americano jogou duas bombas atômicas no final da segunda guerra com a desculpa oficial de que se invadissem por terra seria uma sangueira terrivel por causa da disciplina, respeito ao Imperador, a educação marcial do povo, a ideia geral de coletivo e a total falta de medo de morrer. Os Kamikazes surgiram lá, onde morrer era a maior honra! Portanto medo para japones é muito relativo e envolve apenas a sua honra e de seus familiares / antepassados, para sanar isso só fazendo o Harakiri, tão divulgado em filmes, uma morte auto-provocada, extremamente dolorosa e solitária. </p>
<p>O nosso conceito de medo é oriundo de nossa educação ocidental, bem diferente da oriental. Hoje temos outro exemplo vindo do oriente médio onde homens /mulheres/crianças bombas não tem medo de morrer e sim de tornar-se indigno perante a seus profetas e a sua religião.</p>
<p>As diferenças de culturas são, ainda nesse século, uma grande barreira de entendimento entre as populações deste planeta. Infelizmente.</p>
<p>Abraços para todos!</p>
<p>Foster.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: eduardo</title>
		<link>http://espaco.com/design/criativa-atividade/comment-page-1/#comment-27421</link>
		<dc:creator>eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 15:34:38 +0000</pubDate>
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		<description>hahaha! japonês num tem medo! hahaha! Pô, Foster, num precia pegar pesado tbm, né!? Os caras devem é ter medo de ter medo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>hahaha! japonês num tem medo! hahaha! Pô, Foster, num precia pegar pesado tbm, né!? Os caras devem é ter medo de ter medo&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Ricardo Martins</title>
		<link>http://espaco.com/design/criativa-atividade/comment-page-1/#comment-27355</link>
		<dc:creator>Ricardo Martins</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 20:10:09 +0000</pubDate>
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		<description>Vale a pena lembrar que algumas informações que temos sobre o cérebro não tem nenhuma comprovação científica (sendo algumas delas estudadas pela neuromitologia (estudo dos mitos ligados à maneira como o cérebro funciona). Os estudos mais importantes foram conduzidos por Barry Beyerstein.

Para citar alguns mitos:
1) A criatividade está ligada ao hemisfério direito
2) Só usamos 10% da capacidade do cérebro
3) Atingir o estado &quot;alfa&quot; causa relaxamento

Até mesmo psicólogos bem conhecidos repetiram mitos como estes, dizendo que a sociedade ocidental enfatiza o lado esquerdo e a racionalidade, sem dar importancia à emoção e o lado direito.

Quem quiser saber mais, leia o livro &quot;Mente, cérebro e pensamento&quot;, dos autores Gazzaniga e Haetherton ou qualquer livro recente sobre psicologia e neuroanatomia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vale a pena lembrar que algumas informações que temos sobre o cérebro não tem nenhuma comprovação científica (sendo algumas delas estudadas pela neuromitologia (estudo dos mitos ligados à maneira como o cérebro funciona). Os estudos mais importantes foram conduzidos por Barry Beyerstein.</p>
<p>Para citar alguns mitos:<br />
1) A criatividade está ligada ao hemisfério direito<br />
2) Só usamos 10% da capacidade do cérebro<br />
3) Atingir o estado &#8220;alfa&#8221; causa relaxamento</p>
<p>Até mesmo psicólogos bem conhecidos repetiram mitos como estes, dizendo que a sociedade ocidental enfatiza o lado esquerdo e a racionalidade, sem dar importancia à emoção e o lado direito.</p>
<p>Quem quiser saber mais, leia o livro &#8220;Mente, cérebro e pensamento&#8221;, dos autores Gazzaniga e Haetherton ou qualquer livro recente sobre psicologia e neuroanatomia.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rogério Foster Vidal</title>
		<link>http://espaco.com/design/criativa-atividade/comment-page-1/#comment-27317</link>
		<dc:creator>Rogério Foster Vidal</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 08:03:01 +0000</pubDate>
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		<description>Ligia, Marcela, Gelgodoy e todos os interessados!

Esses cursos no Japão começaram por volta de 1980, ou seja, começou com uma pesquisa feita por uma universidade para saber como se desenvolvia a sinapse humana. A Imaginação decorre de processos sinápticos envolvendo, como disse, inicialmente um hemisfério do cérebro.

A sociedade Científica Japonesa, na época, procurava através de vários projetos e processos obter respostas sobre como funciona o nosso cérebro e uma das pesquisas era sobre exatamente como surgia a criatividade no cérebro humano e aonde.

Em decorrência dessa pesquisa, se criou uma metodologia para se tentar &quot;exercitar&quot; o cinzentão e promover as sinapses para desenvolver a criatividade no homem.  Isso gerou vários métodos de aprendizados para matemática e outras matérias em que o nosso cérebro se recusa a aprender. Os tais cursos de métodos tais e tais que apareceram aqui no Brasil no final do século passado eram baseados em parte nisso.

Esse treinamento, levado ao extremo e com pessoas selecionadas chegou a resultar no que disse antes. Mas vale lembrar que o termo criatividade é amplo, se embola em escolha de respostas para uma situação apresentada. 

Eu soube que em São Paulo eles estavam ministrando esse curso na fase inicial ou apenas para &quot;soltar&quot; as nossa criatividade e aprender a usar realmente os dois hemisférios. Não soube de ninguém que conseguisse atingir o número de respostas que disse acima, pois nós não temos a disciplina Japonesa em nossa cultura.

Lá as grandes empresas procuravam ministrar esses cursos para que os funcionários pudessem dar opiniões e idéias que pudessem promover soluções novas e criativas em todas as áreas das empresas.

Vou citar uma que promovia isso....a HONDA! Vários funcionários tiveram idéias que geraram patentes para a empresa e para o funcionário é claro!! A HONDA ,na época foi uma das maiores geradoras de patentes no mundo decorrente de Brainstorming super anebolizado.

O resultado hoje dessa pesquisa, entrou pela robótica a dentro e está gerando soluções para os ROBÔS que estão sendo feitos pela HONDA e outros fabricantes. Essa pesquisa ajudou a solucionar problemas de Robótica.

Não soube mais desse curso para aprender a usar os dois hemisférios do cérebro, mas no nosso dia a dia podemos tentar fazer isso sem fazer esse curso. 

Como exemplo, eu tive que me reprogramar a escovar os meus dentes com as duas mãos. Tive que desenvolver a ambidestria para obter uma melhor escovação para evitar problemas dentários por causa da configuração de minha boca. Consegui depois de alguns meses! Hoje consigo a mesma destreza para ambos os lados e obtenho a escovação que preciso. É por aí! 

Se souber ou alguém souber onde estão sendo ministrados esses cursos no Brasil, escreva para nós!

Abraços para todos! Para os dois lados do cérebro!
Foster.

Ps.: A cultura Japonesa é conhecida mundialmente pela sua criatividade!
Quem conhece as gravuras Japonesas, a sua arquitetura tradicional e mesmo a atual, artesanato, teatro Kabuki e outros campos onde a criatividade se faz presente, eles são impares!!!  
Outra caracteristica dessa cultura não é o medo, mas a concorrência feroz e a diluição do individual pela bem estar da comunidade. Japonez não tem medo, ele aprende a dominá-lo quando se é pequeno através das artes marciais! Esqueceram? Johnny san???

A Religião é budista ou chintoista e medo é considerado apenas um pequeno desiquilibrio do seu interior. Ela é uma deshonra para a pessoa. Não podemos pensar como ocidentais e sim como orientais, para entendê-los. 

Arigatô! Saihonará!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ligia, Marcela, Gelgodoy e todos os interessados!</p>
<p>Esses cursos no Japão começaram por volta de 1980, ou seja, começou com uma pesquisa feita por uma universidade para saber como se desenvolvia a sinapse humana. A Imaginação decorre de processos sinápticos envolvendo, como disse, inicialmente um hemisfério do cérebro.</p>
<p>A sociedade Científica Japonesa, na época, procurava através de vários projetos e processos obter respostas sobre como funciona o nosso cérebro e uma das pesquisas era sobre exatamente como surgia a criatividade no cérebro humano e aonde.</p>
<p>Em decorrência dessa pesquisa, se criou uma metodologia para se tentar &#8220;exercitar&#8221; o cinzentão e promover as sinapses para desenvolver a criatividade no homem.  Isso gerou vários métodos de aprendizados para matemática e outras matérias em que o nosso cérebro se recusa a aprender. Os tais cursos de métodos tais e tais que apareceram aqui no Brasil no final do século passado eram baseados em parte nisso.</p>
<p>Esse treinamento, levado ao extremo e com pessoas selecionadas chegou a resultar no que disse antes. Mas vale lembrar que o termo criatividade é amplo, se embola em escolha de respostas para uma situação apresentada. </p>
<p>Eu soube que em São Paulo eles estavam ministrando esse curso na fase inicial ou apenas para &#8220;soltar&#8221; as nossa criatividade e aprender a usar realmente os dois hemisférios. Não soube de ninguém que conseguisse atingir o número de respostas que disse acima, pois nós não temos a disciplina Japonesa em nossa cultura.</p>
<p>Lá as grandes empresas procuravam ministrar esses cursos para que os funcionários pudessem dar opiniões e idéias que pudessem promover soluções novas e criativas em todas as áreas das empresas.</p>
<p>Vou citar uma que promovia isso&#8230;.a HONDA! Vários funcionários tiveram idéias que geraram patentes para a empresa e para o funcionário é claro!! A HONDA ,na época foi uma das maiores geradoras de patentes no mundo decorrente de Brainstorming super anebolizado.</p>
<p>O resultado hoje dessa pesquisa, entrou pela robótica a dentro e está gerando soluções para os ROBÔS que estão sendo feitos pela HONDA e outros fabricantes. Essa pesquisa ajudou a solucionar problemas de Robótica.</p>
<p>Não soube mais desse curso para aprender a usar os dois hemisférios do cérebro, mas no nosso dia a dia podemos tentar fazer isso sem fazer esse curso. </p>
<p>Como exemplo, eu tive que me reprogramar a escovar os meus dentes com as duas mãos. Tive que desenvolver a ambidestria para obter uma melhor escovação para evitar problemas dentários por causa da configuração de minha boca. Consegui depois de alguns meses! Hoje consigo a mesma destreza para ambos os lados e obtenho a escovação que preciso. É por aí! </p>
<p>Se souber ou alguém souber onde estão sendo ministrados esses cursos no Brasil, escreva para nós!</p>
<p>Abraços para todos! Para os dois lados do cérebro!<br />
Foster.</p>
<p>Ps.: A cultura Japonesa é conhecida mundialmente pela sua criatividade!<br />
Quem conhece as gravuras Japonesas, a sua arquitetura tradicional e mesmo a atual, artesanato, teatro Kabuki e outros campos onde a criatividade se faz presente, eles são impares!!!<br />
Outra caracteristica dessa cultura não é o medo, mas a concorrência feroz e a diluição do individual pela bem estar da comunidade. Japonez não tem medo, ele aprende a dominá-lo quando se é pequeno através das artes marciais! Esqueceram? Johnny san???</p>
<p>A Religião é budista ou chintoista e medo é considerado apenas um pequeno desiquilibrio do seu interior. Ela é uma deshonra para a pessoa. Não podemos pensar como ocidentais e sim como orientais, para entendê-los. </p>
<p>Arigatô! Saihonará!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcela</title>
		<link>http://espaco.com/design/criativa-atividade/comment-page-1/#comment-27297</link>
		<dc:creator>Marcela</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 01:36:27 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Lembre-se: Um computador de um milhão de doláres junto a uma idéia idiota resulta em uma idéia idiota de um milhão  de doláres (Sya Mead)&quot;


Não tenho mais :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Lembre-se: Um computador de um milhão de doláres junto a uma idéia idiota resulta em uma idéia idiota de um milhão  de doláres (Sya Mead)&#8221;</p>
<p>Não tenho mais <img src='http://espaco.com/design/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: gelgodoy</title>
		<link>http://espaco.com/design/criativa-atividade/comment-page-1/#comment-27273</link>
		<dc:creator>gelgodoy</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 18:43:44 +0000</pubDate>
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		<description>Uai Lígia, até que eu entendi um pouco diferente, acho que eles são criativos mesmo não podendo errar...será que aí entraria a capacidade de abstração do japonês? Mas deu um duplo sentido mesmo. 
Uma coisa que não concordo é dizer que japonês é igual a qualquer ser humano, quando eu ouço dizer que é coisa de japonês para mim parece coisa de outro mundo! :-D
Fico no aguardo do seu texto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uai Lígia, até que eu entendi um pouco diferente, acho que eles são criativos mesmo não podendo errar&#8230;será que aí entraria a capacidade de abstração do japonês? Mas deu um duplo sentido mesmo.<br />
Uma coisa que não concordo é dizer que japonês é igual a qualquer ser humano, quando eu ouço dizer que é coisa de japonês para mim parece coisa de outro mundo! <img src='http://espaco.com/design/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /><br />
Fico no aguardo do seu texto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ligia Fascioni</title>
		<link>http://espaco.com/design/criativa-atividade/comment-page-1/#comment-27271</link>
		<dc:creator>Ligia Fascioni</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 18:17:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.espaco.com/design/?p=1839#comment-27271</guid>
		<description>Pois é, Foster!

Aposto que todo mundo ficou com água na boca! Será que você poderia conseguir mais informações sobre esse curso?

Um ponto de chamou atenção (mas isso dá outro debate): você diz que os japoneses são criativos porque não podem errar e que também por isso registram muitas patentes. Engraçado é que isso vai contra tudo o que eu li até hoje sobre inovação - todas as minhas referências sobre o tema falam justamente que, se o medo de errar existe, não há inovação. Vou postar um texto já um pouco antigo que fala sobre o tema para a gente debater lá, ok? 

Abraços e não esquece de dar umas dicas sobre o curso (quem sabe exista algum livro ou algo assim).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Foster!</p>
<p>Aposto que todo mundo ficou com água na boca! Será que você poderia conseguir mais informações sobre esse curso?</p>
<p>Um ponto de chamou atenção (mas isso dá outro debate): você diz que os japoneses são criativos porque não podem errar e que também por isso registram muitas patentes. Engraçado é que isso vai contra tudo o que eu li até hoje sobre inovação &#8211; todas as minhas referências sobre o tema falam justamente que, se o medo de errar existe, não há inovação. Vou postar um texto já um pouco antigo que fala sobre o tema para a gente debater lá, ok? </p>
<p>Abraços e não esquece de dar umas dicas sobre o curso (quem sabe exista algum livro ou algo assim).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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