O CMS e o Design – Parte 1
O CMS está ganhando o mundo, oferecendo métodos eficazes e simples de produção na web. Se, num momento anterior, a parte do desenvolvimento de um site trazia uma série de dores de cabeça ao pobre desenvolvedor freelancer que se habilitava a fazer o projeto completo por alguns trocados a mais (ou, quando não conseguia,se via obrigado a dividir os mínimos trocados com algum pobre programador…), hoje não é mais um problema indissolúvel.
CMS pra quem tem fome
Conheço uma série de projetos de sites dinâmicos que contaram somente com profissionais de design em sua concepção, devido a facilidade trazida pelo modelo CMS de produção. Sim, é verdade: tudo está pronto, pré-configurado, funcionando super bem, sem maiores problemas. Nada de noites sem dormir, debruçado sobre aquele livro gigantesco de php!
Ah, se fosse assim!
Pois é, o mundo disneyano acima não existe. Pelo menos, não da forma como foi descrito. É fato que tudo está mais simples, mais fácil. Porém, dizer que o programador é dispensável e que os conhecimentos de PHP ou de qualquer linguagem de servidor não são necessários é, no mínimo, uma grande heresia.
Qualquer profissional envolvido com um projeto com CMS, sabe o quanto deve conhecer a estrutura da linguagem de programação, da maneira como o sistema adotado funciona, para poder ajustar e customizar o layout, mantendo sua funcionabilidade intacta.
Customização: E agora, José?
Estava tudo muito lindo. Poucos cliques e um belo sistema de busca, de comentários, de comércio eletrônico surgiam na sua frente, prontos, funcionais. Pois é, você, como bom designer, começa a olhar e encontra uma série de soluções estéticas capengas, em completa desarmonia com a proposta e o conceito geral de seu cliente. Então, respira fundo e decide: customizarei!
Confira o final da saga no próximo post. Um abraço!
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4 Comentarios »
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No segunda parte do artigo, explico melhor esses conceitos técnicos.
Abraço
Mas deu pra pegar por alto o conceito. Eu trabalho com CMS (minha oficina no NManaus foi sobre o Joomla, e o site do NDesign Pernambuco, assim como meu blog, é feito no WordPress), e minha intenção ao trabalhar com esses dois sistemas (o WordPress não é 100% considerado CMS), é fazer com que a programação se adapte ao layout, e não o contrário.
Não acredito que o design tenha que ficar em segundo plano, mas é o que sempre vejo e o que mais acontece em situações em que CMS são utilizados. Nas minhas oficinas (e quando dou algum seminário), eu sempre faço questão de frisar que o CMS é interessantíssimo, mas não podemos deixar o profissional de programação de lado. Eles são imprescindíveis quando o sistema tem que ser exclusivo ao cliente, ou necessita de algum recurso que os CMS não têm.
Mas enfim, guardarei mais comentários para uma “segunda parte do artigo”.
abraços, Fabiano, e parabéns/obrigado por tocar num tema tão atual e necessário para a tecnologia de hoje.