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4, julho

O CMS e o Design – Parte 1

O CMS está ganhando o mundo, oferecendo métodos eficazes e simples de produção na web. Se, num momento anterior, a parte do desenvolvimento de um site trazia uma série de dores de cabeça ao pobre desenvolvedor freelancer que se habilitava a fazer o projeto completo por alguns trocados a mais (ou, quando não conseguia,se via obrigado a dividir os mínimos trocados com algum pobre programador…), hoje não é mais um problema indissolúvel.

CMS pra quem tem fome

Conheço uma série de projetos de sites dinâmicos que contaram somente com profissionais de design em sua concepção, devido a facilidade trazida pelo modelo CMS de produção. Sim, é verdade: tudo está pronto, pré-configurado, funcionando super bem, sem maiores problemas. Nada de noites sem dormir, debruçado sobre aquele livro gigantesco de php!

Ah, se fosse assim!

Pois é, o mundo disneyano acima não existe. Pelo menos, não da forma como foi descrito. É fato que tudo está mais simples, mais fácil. Porém, dizer que o programador é dispensável e que os conhecimentos de PHP ou de qualquer linguagem de servidor não são necessários é, no mínimo, uma grande heresia.

Qualquer profissional envolvido com um projeto com CMS, sabe o quanto deve conhecer a estrutura da linguagem de programação, da maneira como o sistema adotado funciona, para poder ajustar e customizar o layout, mantendo sua funcionabilidade intacta.

Customização: E agora, José?

Estava tudo muito lindo. Poucos cliques e um belo sistema de busca, de comentários, de comércio eletrônico surgiam na sua frente, prontos, funcionais. Pois é, você, como bom designer, começa a olhar e encontra uma série de soluções estéticas capengas, em completa desarmonia com a proposta e o conceito geral de seu cliente. Então, respira fundo e decide: customizarei!

Confira o final da saga no próximo post. Um abraço!


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4 Comentarios »

  1. virge! num entendi nada!
    » por eduardo
  2. Acho que tens razão, Eduardo…
    No segunda parte do artigo, explico melhor esses conceitos técnicos.

    Abraço

  3. Hmmm, ficou faltando algo, mesmo…

    Mas deu pra pegar por alto o conceito. Eu trabalho com CMS (minha oficina no NManaus foi sobre o Joomla, e o site do NDesign Pernambuco, assim como meu blog, é feito no WordPress), e minha intenção ao trabalhar com esses dois sistemas (o WordPress não é 100% considerado CMS), é fazer com que a programação se adapte ao layout, e não o contrário.

    Não acredito que o design tenha que ficar em segundo plano, mas é o que sempre vejo e o que mais acontece em situações em que CMS são utilizados. Nas minhas oficinas (e quando dou algum seminário), eu sempre faço questão de frisar que o CMS é interessantíssimo, mas não podemos deixar o profissional de programação de lado. Eles são imprescindíveis quando o sistema tem que ser exclusivo ao cliente, ou necessita de algum recurso que os CMS não têm.

    Mas enfim, guardarei mais comentários para uma “segunda parte do artigo”.

    abraços, Fabiano, e parabéns/obrigado por tocar num tema tão atual e necessário para a tecnologia de hoje.

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